VIDA SOBREHUMANA No. 4


O VISITANTE DO ESPAÇO SIDERAL


Por Ernest O'Neill

Existe essa coisa de vida sobrehumana ? Existe algum tipo de vida maior que a existência tipicamente criada, que você e eu temos aqui na Terra ? Ou nós estamos presos aqui neste planeta sem nenhuma dica de onde ele veio ou como chegamos aqui ? Algum de nós conseguiu penetrar fundo o bastante no espaço à ponto de poder dizer o que, se é que existe, está além deste universo físico ?

A resposta é um ríspido “Não”. Nem mesmo os grandes líderes religiosos como Buda ou Isaías afirmaram sequer ter saído da Terra e permanecerem conscientes. MAS em toda a história do mundo, houve um visitante do espaço sideral que tem sido capaz de nos dizer que existe uma vida sobrehumana por trás do universo físico. Ele existiu há cerca de 1950 anos e demonstrou Sua habilidade em deixar a Terra e retornar à ela de acordo com Sua vontade. Tal afirmação exige uma validação quase sobrehumana porque esse tipo de fantasia tem sido imaginada por autores humanos por gerações. Esta evidência virtualmente sobrehumana de um visitante do espaço sideral existe ? Sim – embora seja muito bom para ser verdade, a veracidade histórica da vida desta pessoa na Terra é estabelecida de maneira mais concreta do que a de praticamente qualquer outro ser humano daquela época.

Primeiro, a vida deste homem foi registrada por testemunhas oculares como Pedro e João, que foram figuras bem conhecidas na Palestina do primeiro século. A própria existência deles é confirmada em vários livros de história daquela época que não possuem conexão com a Bíblia, que possui seus próprios textos. Segundo, os testemunhos deles sobre a vida deste homem são corroboradas por outros historiadores como Plínio, Josephus, Tertuliano, Porfírio e Celso, que fez este tipo de comentário: “De acordo com Tibério, em cujos dias o nome Cristão fez sua entrada no mundo, tendo ele próprio recebido informes da Palestina sobre eventos que tinham claramente mostrado a verdade da divindade de Cristo, trouxe o assunto ante o senado, com sua própria decisão em favor de Cristo. O senado, que não havia dado sua própria aprovação, rejeitou a proposta. César se manteve com esta opinião, ameaçando de morte todos os acusadores dos Cristãos.”

Mas isto parece incrivelmente inacreditável ! Não é mais provável que estes seguidores estivessem tão profundamente impressionados por este notável líder que eles permitiram que sua admiração falasse mais alto que seu amor pela verdade, e tenham exagerado o Seu poder sobre a morte ? Isto poderia ter acontecido se a história deles tivesse resultado em fama e fortuna. Mas não resultou ! Se eles tivessem apenas espalhado os ensinamentos, poderiam ter tido vidas longas e respeitáveis; o que eles insistiram em afirmar, foi que este homem se ergueu dos mortos – é por isso que eles foram perseguidos por autoridades judaicas e romanas. Este fato foi a causa de suas mortes prematuras – e a morte de suas esposas e filhos.

Os homens morrerão por algo que eles acreditam ser verdade, mas que depois se revelou ser uma mentira. MAS os homens não irão criar uma mentira ou exagero pelo qual não somente eles mas suas famílias terão que morrer. Tal evento é uma impossibilidade ética e psicológica!

Entretanto, existe uma razão ainda maior para aceitar com absoluta certeza a veracidade histórica dessa vida singular que existiu em nosso planeta no começo de nossa era. Os primeiros testemunhos escritos (que nós temos atualmente) foram lidos por centenas de pessoas que presenciaram elas mesmas a vida e a morte de Jesus. Elas teriam apenas que rir destes registros escritos e dizer o que realmente aconteceu, e estes testemunhos jamais teriam sobrevivido ao primeiro século como história, muito menos até o vigésimo.

Uma das cartas que relatam esta vida singular, foi escrita para pessoas que viveram na província romana da Galátia, no ano de 48 d.C. Obviamente existiam muitas pessoas vivas em 48 d.C. que viram Jesus crucificado em 29 d.C. Até mesmo um homem de 20 anos no momento da crucificação teria meros 40 anos na época em que este testemunho estava circulando. A população naquela pequena área do globo não era grande e os relatos escritos estavam sendo lidos em lugares distantes. Em uma situação como esta, os historiadores tem que escrevê-la “como aconteceu” – de outra forma suas histórias iriam ser expostas como fantasias. Não ocorreu tal escândalo ! Não ocorreu tal protesto ! Embora este homem singular, Jesus, fosse incrível, a evidência de que ele existiu é mais forte e mais detalhada do que a evidência de que Júlio César ou Alexandre o Grande tenham existido. Se este homem não viveu em nosso mundo, então a história não existe!

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